sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

ekeko

Na Mitologia e folclore do Altiplano andino, O Ekeko é o deus da abundância e prosperidade, da civilização pré-colombiana Tiwanakan. Na cultura popular é a figura principal da feira anual Alasitas, um evento cultural que acontece dia 24 de janeiro em La Paz, Bolívia. Nas ruas estreitas das cidades bolivianas é possível encontrar barracas que vendem os conhecidos quecos – bonequinhos de gesso que representam o “deus da abundância” dos incas.
Popularizado durante a colonização espanhola, a lenda conta que quem tiver um deles obtém fartura.
O Ekeko é retratado como um homem de bigode vestindo roupas andinas tradicionais (especialmente o poncho) e completamente carregado de sacos e cestos com grãos e alimentos, objetos domésticos, notas, moeda, e basicamente qualquer coisa que se pense que uma pessoa queira ou precise para uma vida confortável e próspera; as estátuas modernas do deus incluem uma abertura circular em sua boca para colocar um cigarro para o prazer de Ekeko. A tradição mais recente para garantir o ano completo de prosperidade faz o Ekeko "fumar" um cigarro aceso uma vez por ano.
O Ekeko se tornou popular na Bolívia, Cochabamba e regiões vizinhas, como sudeste do Peru, norte da Argentina e norte do Chile.
A lenda do Ekeko, narrada por Antonio Díaz Villamil, data de 1781 em La Paz, Bolívia.  Neste momento, a cidade de La Paz estava sob cerco dos povos indígenas que ainda estavam em guerra com as forças espanholas.
A história da origem do Ekeko começa com Paulita Tintaya, uma menina indiana que trabalhou para Dona Josefa Ursula de Rojas Foronda, em La Paz.
A garota estava apaixonada por Isidoro Choquewanca. Anos antes, ela havia deixado a fazenda onde ambos haviam crescido. Antes de sua partida, Isidoro deu-lhe uma pequena estátua para protegê-la. Esta pequena estátua era o Ekeko, que era conhecido pelos Andes como um deus da sorte.
Na época do cerco, as pessoas estavam morrendo de fome. Isidoro foi inscrito no exército indígena e consegue chegar à casa de Paulina. Toda semana, ele deixava a comida perto da estátua, que ficava do lado de fora da casa, mas ninguém sabia que ele estava fazendo isso. Tanto Paulina quanto sua chefe, Dona Josefa, conseguiram sobreviver ao cerco por causa da comida deixada perto da estátua por Isidoro. Essa é a origem das crenças dos poderes de Ekeko em fornecer abundância.
Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

chakras

Chakras:
Existem no nosso corpo centros energéticos, conhecidos como chakras. Os sete principais estão localizados ao longo da coluna vertebral até o topo da cabeça. Cada chakra é responsável por um tipo de energia tanto a nível físico, emocional, mental e espiritual.
O processo terapêutico de cura com base na força das pedras e dos cristais baseia-se na manutenção do equilíbrio dos “chakras", que são sete: o “chakra” do topo da cabeça (coronário), do centro da testa (3ª visão), da base da garganta (laríngeo), do centro do peito (cardíaco), do plexo solar (estômago), do centro do abdômen (umbigo), e do osso púbico (base).
Para o equilíbrio e harmonização dos chakras, coloque as pedras correspondentes sobre o chakra que quer harmonizar, por vinte minutos e mantenha-se calmo e relaxado.
As pedras para esse trabalho devem obrigatoriamente estar limpas e energizadas e deverão passar novamente por esse processo após o tratamento.

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Dia Mundial de combate a intolerancia religiosa



21/01 é o DIA MUNDIAL da RELIGIÃO e DIA NACIONAL de COMBATE à INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Esta data tem o objetivo de promover o respeito, a tolerância e o diálogo entre todas as diversas religiões existentes no mundo, que pregam como princípio a bondade.
A ideia da criação desta data teria ocorrido em dezembro de 1949, através de uma Assembleia Religiosa Nacional dos Baha’is, uma religião monoteísta fundada pelo líder Bahá’u’lláh, em meados do século XIX, na Pérsia.
A ideia é incentivar a convivência pacífica entre todas as diferentes ideologias religiosas e doutrinais, evitando a intolerância religiosa. Isso porque as questões religiosas sempre foram motivo para as piores guerras e conflitos que a humanidade já presenciou.
Assim, nesta mesma data, o Brasil comemora o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, como um reforço ao objetivo proposto pelo Dia Mundial da Religião.
De acordo com o preceito do Dia Mundial da Religião, não importa se a religião é monoteísta (acredita em um Deus) ou politeísta (acredita em vários Deuses e entidades), quase todas buscam em essência o mesmo objetivo: a paz e o respeito entre os seres humanos e a natureza.
DIA Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
 A data foi oficializada em 2007 através da Lei n.º 11.635, de 27 de dezembro, e a sua escolha feita em homenagem à Mãe Gilda, do terreiro Axé Abassá de Ogum, localizado em Salvador.
Esse foi o dia em que ela, vítima do crime de intolerância religiosa, faleceu com um infarto no ano 2000.
Isso aconteceu na sequência de agressões físicas e verbais, bem como de ataques à sua casa e ao seu terreiro quando Mãe Gilda foi acusada de charlatanismo por adeptos de outra religião.
Mãe Gilda tornou-se um símbolo do combate a esse tipo de intolerância especialmente pelo fato de representar religiões de matriz africana. São os praticantes das religiões africanas que representam o maior número de vítimas de intolerância religiosa na atualidade.
Por esse motivo, como forma de combater a intolerância religiosa, surge um dia dedicado ao tema. Com isso, a comemoração é considerada um marco pela luta ao respeito da diversidade religiosa, pois além de alertar para a discriminação no âmbito religioso, propõe a igualdade para professar as diferentes religiões.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

oxóssi

No dia 20 de janeiro, comemora-se o dia de Oxóssi.
Oxóssi é o orixá da caça e da fartura, das florestas e das relações entre o reino animal e vegetal. É representado nas florestas caçando com seu arco e flecha.
Oxóssi é a expansão dos limites, enquanto a caça é uma metáfora para o conhecimento, a expansão maior da vida.
Ao atingir o conhecimento, Oxóssi acerta o seu alvo. Por este motivo, é um dos orixás ligados ao campo do ensino, da cultura, da arte.
Dizem que esse Orixá foi o Rei de Kêto. Oxóssi é bastante popular no Brasil. Quando se manifesta, dança, imitando a caça, a perseguição do animal e o atirar da flecha. Conta uma de suas lendas, que as Feiticeiras enviaram um terrível pássaro gigante para atacar o reino de Ifé. Foram convocados os melhores caçadores para matá-lo. Entre eles estava Oxotonkanxoxô, o caçador de uma só flecha que mais tarde ficou conhecido como Oxóssi.
Oxóssi orixá da fartura e da prosperidade na Umbanda
Nas antigas tribos africanas, cabia ao caçador, que era quem penetrava o mundo “de fora”, a mata, trazer tanto a caça quanto as folhas medicinais.
Além disso, eram os caçadores que localizavam os locais para onde a tribo poderia futuramente mudar-se, ou fazer uma roça.
Assim, o orixá da caça extensivamente é responsável pela transmissão de conhecimento, pelas descobertas.
O caçador descobre o novo local, mas são os outros membros da tribo que instalam a tribo neste mesmo novo local.
Assim; Oxóssi representa a busca pelo conhecimento puro: a ciência, a filosofia. Enquanto cabe a Ogum a transformação deste conhecimento em técnica.
Apesar de ser possível fazer preces e oferendas a Oxóssi para os mais diversas facetas da vida, pelas características de expansão e fartura desse orixá, os fiéis costumam solicitar o seu auxílio para solucionar problemas com a alimentação da tribo, o que costumeiramente cabe aos caçadores.
Por suas ligações com a floresta, pede-se a cura para determinadas doenças e, por seu perfil guerreiro, proteção espiritual e material.
O habitat de Oxóssi orixá
O habitat de Oxóssi é a floresta, sendo simbolizado pela cores verde na umbanda, e recebendo a cor azul clara no candomblé, mas podendo usar, também, a cor prateada nesse último.
Sendo assim; roupas, guias e contas costumam ser confeccionadas nessas cores, incluindo, entre as guias e contas, no caso de Oxóssi e, também, seus caboclos, elementos que recordem a floresta, tais como penas e sementes.
Seus instrumentos de culto são o ofá (arco e flecha), lanças, facas e demais objetos de caça. É um caçador tão habilidoso que costuma ser homenageado com o epíteto “o caçador de uma flecha só”, pois atinge o seu alvo no primeiro e único disparo tamanha a precisão.
Conta a lenda que um pássaro maligno ameaçava a aldeia e Oxóssi era caçador, como outros.
Ele só tinha uma flecha para matar o pássaro e não podia errar. Todos os outros já haviam errado o alvo.
Ele não errou, e salvou a aldeia. Daí o epíteto “o caçador de uma flecha só”.
Come tudo quanto é caça e o dia a ele consagrado é quinta-feira.
Sincretismo religioso
Os filhos do orixá Oxóssi as vezes associam a São Jorge ou São Sebastião no sincretismo religioso
Nas tradições da igreja católica, o orixá Oxóssi é sincretizado como “São Sebastião” homenageado em 20 de janeiro.
Depois do insucesso de outros caçadores, a mãe de Oxóssi foi consultar um Babalaô, que lhe disse – “seu filho está a um passo da morte ou da riqueza”. Faça uma oferenda às feiticeiras e a morte se transformará em riqueza. A mãe de Oxóssi fez o que o Babalaô mandou e entregou a oferenda em uma estrada dizendo três vezes: - que o peito do pássaro receba essa oferenda. Nesse momento o pássaro relaxou o encanto que o protegia para que a oferta chegasse ao seu peito, mas foi a flecha de Oxóssi que o atingiu profundamente, caiu se debatendo e morreu. E a aldeia entrou em festa e Oxóssi se tornou popular.
Fonte: raizesepirituais.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

filtro dos sonhos

O filtro dos Sonhos é um amuleto indicado para 2020.
Sua função é nos proteger das influências negativas durante o sono.Inspira-nos a obter independência e coragem para rompermos as armadilhas que criamos, sejam emocionais ou espirituais. Ajuda-nos a tecermos a nossa própria vida.
Pendure-o em uma janela para que assim “filtre” os pesadelos que possam atrapalhar sua noite de sono.
Esse talismã tem sua origem na tribo Ojibwa ou Chippewa, no norte dos Estados Unidos. Durante o movimento pan-indígena, nas décadas de 60 e 70, sua popularidade se estendeu a outros povos nativos da região, que começaram a fazer suas próprias versões.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

FELIZ ANO NOVO


esmeralda

Esmeralda 
Possui o dom de trazer a felicidade e a lealdade. Propicia o amor e mantém o relacionamento em equilíbrio. Excelente para cura física.
É citada como um dos cristais regentes de 2020:
Sua vibração tem a capacidade de abrir o Chakra Cardíaco, eliminando a negatividade, atraindo amor, e impulsionando ações e resultados positivos.
Toda essa energia baseada no Chakra Cardíaco a torna conhecida como uma pedra de amor abundante, indispensável para lhe ajudar a superar quaisquer problemas em sua vida. Com o poder de acalmar emoções em desequilíbrio, a Esmeralda cria vibrações positivas para lhe ajudar a romper bloqueios que o impedem de explorar seu verdadeiro potencial.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

quartzo rosa

Quartzo Rosa (4ºChakra) 

Cristal do amor incondicional. Dá paz interior. Aumenta a expressão do amor. Dissolve cargas acumuladas que reprimem a capacidade de dar e receber amor. É bom para o coração, aumenta a fertilidade.

sábado, 30 de novembro de 2019

turmalina negra


Turmalina Negra (1º Chakra)
Melhor pedra para proteção. Repele todos os tipos de energia negativa. Ótima para períodos de extremo estresse. Ajuda na defesa contra doenças debilitadoras. Neutraliza a raiva, o ressentimento, a inveja e a insegurança.


quinta-feira, 28 de novembro de 2019

CORUJA

CORUJA
Algumas culturas a consideram como símbolo de proteção contra maus espíritos e doenças. As corujas estão relacionadas à sabedoria, transformações, revelação de mensagens do inconsciente e buscadoras da verdade. Na prática da meditação, peça a Coruja que ajude na descoberta da verdade e para ajudar a ver as coisas claramente.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

soprinho

SOPRINHO, a Bruxa dos pedidos!
Soprinho é uma bruxinha que se encanta com um ventinho em seus cabelos. Uma ótima maneira de Soprinho realizar nossos pedidos é soprar seus cabelos até que voem ao vento. Mas para isso, coloque toda intensidade energética no sopro. Soprinho ficará mais contente e você terá mais chances de realizar seu pedido.


sexta-feira, 22 de novembro de 2019

bastet

BASTET
É uma divindade solar e deusa da fertilidade.
Protetora das mulheres grávidas.
Também tinha o poder sobre os eclipses solares.
Irmã de Rá, era uma mulher com a cabeça de um gato!

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

buda yogue


BUDA YOGUESímbolo de força e humildade.Sinônimo de relaxamento, paz e meditação. Contemple a imagem para receber a forca e o relaxamento necessários para ter uma vida mais equilibrada.Buda Yogue em madeira

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

cianita

Cianita 
(1º, 5ºChakra) 

É excelente para a meditação. 
Facilita a lembrança de sonhos e é um poderoso transmissor e amplificador de energias de alta frequência. 
É uma pedra poderosa para proteção, pois não absorve energias negativas e não é necessária a limpeza.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

espirito santo

O símbolo do Espírito Santo

marca a esperança da chegada de uma nova Era, com igualdade, prosperidade e abundância para todos.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

trio de macacos


TRIO DE MACACOS!

    Os três macacos sábios, do Santuário Toshogu na cidade de Nikko ficaram populares como símbolo da vida sábia e feliz, sobretudo nos relacionamentos. Seus nomes são mizaru (que cobre os olhos), kikazaru (que tapa os ouvidos) e iwazaru (que tapa a boca), que é traduzido como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

daruma

DARUMA:

Quando uma pessoa deseja alcançar um objetivo, pinta um de seus olhos e deixa-o em um local que sempre possa ser visualizado, permitindo que o objetivo seja alcançado.

Quando objetivo é alcançado, pinta-se o outro olho em agradecimento e guarda o Daruma como talismã.


sexta-feira, 8 de novembro de 2019

ekeko

Na Mitologia e folclore do Altiplano andino, O Ekeko é o deus da abundância e prosperidade, da civilização pré-colombiana Tiwanakan. Na cultura popular é a figura principal da feira anual Alasitas, um evento cultural que acontece dia 24 de janeiro em La Paz, Bolívia. Nas ruas estreitas das cidades bolivianas é possível encontrar barracas que vendem os conhecidos quecos – bonequinhos de gesso que representam o “deus da abundância” dos incas.
Popularizado durante a colonização espanhola, a lenda conta que quem tiver um deles obtém fartura.
O Ekeko é retratado como um homem de bigode vestindo roupas andinas tradicionais (especialmente o poncho) e completamente carregado de sacos e cestos com grãos e alimentos, objetos domésticos, notas, moeda, e basicamente qualquer coisa que se pense que uma pessoa queira ou precise para uma vida confortável e próspera; as estátuas modernas do deus incluem uma abertura circular em sua boca para colocar um cigarro para o prazer de Ekeko. A tradição mais recente para garantir o ano completo de prosperidade faz o Ekeko "fumar" um cigarro aceso uma vez por ano.
O Ekeko se tornou popular na Bolívia, Cochabamba e regiões vizinhas, como sudeste do Peru, norte da Argentina e norte do Chile.
A lenda do Ekeko, narrada por Antonio Díaz Villamil, data de 1781 em La Paz, Bolívia.  Neste momento, a cidade de La Paz estava sob cerco dos povos indígenas que ainda estavam em guerra com as forças espanholas.
A história da origem do Ekeko começa com Paulita Tintaya, uma menina indiana que trabalhou para Dona Josefa Ursula de Rojas Foronda, em La Paz.
A garota estava apaixonada por Isidoro Choquewanca. Anos antes, ela havia deixado a fazenda onde ambos haviam crescido. Antes de sua partida, Isidoro deu-lhe uma pequena estátua para protegê-la. Esta pequena estátua era o Ekeko, que era conhecido pelos Andes como um deus da sorte.
Na época do cerco, as pessoas estavam morrendo de fome. Isidoro foi inscrito no exército indígena e consegue chegar à casa de Paulina. Toda semana, ele deixava a comida perto da estátua, que ficava do lado de fora da casa, mas ninguém sabia que ele estava fazendo isso. Tanto Paulina quanto sua chefe, Dona Josefa, conseguiram sobreviver ao cerco por causa da comida deixada perto da estátua por Isidoro. Essa é a origem das crenças dos poderes de Ekeko em fornecer abundância.
Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

A Água de Florida é uma colônia tradicional dos povos sul-americanos muito utilizada por xamãs, tanto para cura quanto para defesa psíquica. É muito utilizada para limpeza energética, astral e mental.
Sua história começou em 1808 quando foi criada nos EUA. Seu preparo combina uma variedade floral de óleos essenciais em uma base de água e álcool. Incluem notas como âmbar, almíscar e benjoim; além das notas cítricas como: bergamota, neroli, limão, cravo, canela, lavanda, rosa, flor de laranjeira entre outras plantas e sua fórmula é mantida em segredo.
Seu aroma é refrescante, mágico e envolvente, permitindo liberar e refrescar a mente e o espírito, e ainda tranquilizar e acalmar pessoas em estado de choque.
ALGUMAS FORMAS DE UTILIZAÇÃO:
Pingue algumas gotas na palma da sua mão e esfregue-as. Leve as mãos em direção ao rosto (mas sem encostar) e inale por alguns segundos, acalmando seus pensamentos e vibrando energia positiva. Em seguida passe as mãos sobre a nuca e sobre a cabeça para limpar energias obsessoras e atrair a prosperidade e boas energias.
Banho de limpeza e purificação: misture algumas gotas (ou de 1 a 2 tampas) na água morna juntamente com as outras ervas, óleos essenciais e sal grosso, para remover a negatividade e trazer a felicidade à sua vida.
Oferendas espirituais: coloque numa tigela e deixe no seu altar um pouco da colônia (1 a 2 tampas) e ofereça aos deuses e deusas durante suas orações, afim de potencializar suas orações e preces ao mundo espiritual.
Instrumentos de poder: molhe um pedaço de pano com Agua de Florida e limpe seus objetos mágicos, a fim de limpa-los das energias negativas, protege-los contra feitiços e mau olhado e abrir os caminhos, caso seja utilizado em objetos para adivinhação.
Spray de ambiente: existem diversas receitas de sprays de ambiente. Use seus conhecimentos mágicos e sua intuição para preparar o spray. Utilize este spray na sua aura e nos ambientes, afim de limpar as energias negativas, ou até mesmo como forma de conexão com o mundo espiritual antes de um ritual ou atendimento mediúnico.
Limpeza de sua casa: misture algumas gotas (ou de 1 a 2 tampas) aos seus produtos de limpeza e passe nos móveis e chão para abençoar e trazer proteção espiritual à sua casa.
Passagem de pessoas ou animais: ofereça algumas gotas para a pessoa ou animal que fez a passagem para o “outro mundo” afim de que o caminho seja abençoado de energias positivas.
Escalda pés: misture algumas gotas (ou de 1 a 2 tampas) na água morna juntamente com as outras ervas, óleos essenciais e sal grosso, o que vai lhe proporcionar um efeito calmante e restaurador, além de abençoar seus caminhos e lhe trazer orientação na sua caminhada,
Dores de cabeça: passe algumas gotas nas têmporas e na testa para que seu equilíbrio mental seja mantido.
Picadas de insetos: aplicar sobre a área de uma picada de inseto para acalmar a irritação.
Tensão nervosa: pingue algumas gotas na palma da mão e aplique sobre a fronte, fazendo uma massagem para relaxar.
Cabelo: espirre com um spray algumas gotas da colônia diretamente no couro cabeludo para aliviar uma coceira ou simplesmente para proporcionar uma fragrância sedutora.
Guarda roupas ou locais fechados: espirre algumas gotas em sua gaveta de lingerie, roupas e armários o que irá trazer além de um aroma encantador, a proteção e os caminhos abertos para sua pessoa.
Esse produto é importado do Peru.
Temos em dois tamanhos. Leve na bolsa ou tenha em sua casa.
(Valores somente na Loja)

quarta-feira, 6 de novembro de 2019



As representações do Maitreya 
na pintura e na escultura tendem a retratá-lo como uma figura gorda e sorridente, numa alusão à era de abundância e alegria. Também tendem a representá-lo de maneira sentada, com as pernas e tornozelos ligeiramente cruzados.
Outro traço distintivo das suas representações é a presença de uma pequena estupa na cabeça, que se relaciona com uma lenda segundo a qual Mahakasyapa, um discípulo do Buda histórico, aguarda em meditação perto de uma estupa a chegada do Maitreya, a quem ele entregará a veste e a tigela de Sidarta Gautama, representando, assim, a passagem da autoridade de um Buda para outro.
Na China, é muito comum a representação do Maitreya como "buda sorridente", aparentemente influenciada pela figura do monge Putai, conhecido pela sua bonomia e afeição pelas crianças.
(valores somente na Loja

terça-feira, 5 de novembro de 2019


Tu conhece as propriedades do Quartzo Rosa?

Ele corresponde ao 4º Chakra.
É o cristal do amor incondicional. 
Traz paz interior. 
Aumenta a expressão do amor. 
Dissolve cargas acumuladas que reprimem a capacidade de dar e receber amor.
Também é bom para o coração e aumenta a fertilidade.
Decore sua casa, presenteie um amigo, use um cristal em seu bolso e conecte-se com suas propriedades.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

pin

Tu conhece o Pin Tibetano? 

Ele é usado no Feng Shui como uma ferramenta de harmonização do elemento Metal.
O som de metal do Sino Pin também é muito eficaz em limpezas energéticas, sendo capaz de neutralizar cargas e memórias acumuladas nos ambientes.
Seu som harmonioso, com reverberação longa, ajuda a relaxar podendo ser usado na prática da meditação.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019



"Hallow" é um termo antigo para "santo", e "eve" é o mesmo que "véspera". O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro.
Desde o século 18, historiadores apontam para um antigo festival pagão ao falar da origem do Halloween: o festival celta de Samhain (termo que significa "fim do verão").
O Samhain durava três dias e começava em 31 de outubro. Segundo acadêmicos, era uma homenagem ao "Rei dos mortos". Estudos recentes destacam que o Samhain tinha entre suas maiores marcas as fogueiras e celebrava a abundância de comida após a época de colheita.
O problema com esta teoria é que ela se baseia em poucas evidências além da época do ano em que os festivais eram realizados.
A comemoração, a linguagem e o significado do festival de outubro mudavam conforme a região. Os galeses celebravam, por exemplo, o "Calan Gaeaf". Há pontos em comum entre este festival realizado no País de Gales e a celebração do Samhain, predominantemente irlandesa e escocesa, mas há muitas diferenças também.
Em meados do século 8, o papa Gregório 3º mudou a data do Dia de Todos os Santos de 13 de maio - a data do festival romano dos mortos - para 1º de novembro, a data do Samhain.
Não se tem certeza se Gregório 3º ou seu sucessor, Gregório 4º, tornaram a celebração do Dia de Todos os Santos obrigatória na tentativa de "cristianizar" o Samhain.
Mas, quaisquer que fossem seus motivos, a nova data para este dia fez com que a celebração cristã dos santos e de Samhain fossem unidos. Assim, tradições pagãs e cristãs acabaram se misturando.

O Dia das Bruxas que conhecemos hoje tomou forma entre 1500 e 1800.
Fogueiras tornaram-se especialmente populares a partir no Halloween. Elas eram usadas na queima do joio (que celebrava o fim da colheita no Samhain), como símbolo do rumo a ser seguido pelas almas cristãs no purgatório ou para repelir bruxaria e a peste negra.
Outro costume de Halloween era o de prever o futuro - previa-se a data da morte de uma pessoa ou o nome do futuro marido ou mulher.
Em seu poema Halloween, escrito em 1786, o escocês Robert Burns descreve formas com as quais uma pessoa jovem podia descobrir quem seria seu grande amor.
Muitos destes rituais de adivinhação envolviam a agricultura. Por exemplo, uma pessoa puxava uma couve ou um repolho do solo por acreditar que seu formato e sabor forneciam pistas cruciais sobre a profissão e a personalidade do futuro cônjuge.
Outros incluíam pescar com a boca maçãs marcadas com as iniciais de diversos candidatos e a leitura de cascas de noz ou olhar um espelho e pedir ao diabo para revelar a face da pessoa amada.
Comer era um componente importante do Halloween, assim como de muitos outros festivais. Um dos hábitos mais característicos envolvia crianças, que iam de casa em casa cantando rimas ou dizendo orações para as almas dos mortos. Em troca, eles recebiam bolos de boa sorte que representavam o espírito de uma pessoa que havia sido liberada do purgatório.
Igrejas de paróquias costumavam tocar seus sinos, às vezes por toda a noite. A prática era tão incômoda que o rei Henrique 3º e a rainha Elizabeth tentaram bani-la, mas não conseguiram. Este ritual prosseguiu, apesar das multas regularmente aplicadas a quem fizesse isso.

Como o festival chegou à América?
Em 1845, durante o período conhecido na Irlanda como a "Grande Fome", 1 milhão de pessoas foram forçadas a imigrar para os Estados Unidos, levando junto sua história e tradições.
Não é coincidência que as primeiras referências ao Halloween apareceram na América pouco depois disso. Em 1870, por exemplo, uma revista feminina americana publicou uma reportagem em que o descrevia como feriado "inglês".
A princípio, as tradições do Dia das Bruxas nos Estados Unidos uniam brincadeiras comuns no Reino Unido rural com rituais de colheita americanos. As maçãs usadas para prever o futuro pelos britânicos viraram cidra, servida junto com rosquinhas, ou "doughnuts" em inglês.
O milho era uma cultura importante da agricultura americana - e acabou entrando com tudo na simbologia característica do Halloween americano. Tanto que, no início do século 20, espantalhos - típicos de colheitas de milho - eram muito usados em decorações do Dia das Bruxas.
Foi na América que a abóbora passou a ser sinônimo de Halloween. No Reino Unido, o legume mais "entalhado" ou esculpido era o turnip, um tipo de nabo.
Uma lenda sobre um ferreiro chamado Jack que conseguiu ser mais esperto que o diabo e vagava como um morto-vivo deu origem às luminárias feitas com abóboras que se tornaram uma marca do Halloween americano, marcado pelas cores laranja e preta.
Foi nos Estados Unidos que surgiu a tradição moderna de "doces ou travessuras". Há indícios disso em brincadeiras medievais que usavam repolhos, mas pregar peças tornou-se um hábito nesta época do ano entre os americanos a partir dos anos 1920.
As brincadeiras podiam acabar ficando violentas, como ocorreu durante a Grande Depressão, e se popularizaram de vez após a Segunda Guerra Mundial, quando o racionamento de alimentos acabou e doces podiam ser comprados facilmente.
Mas a tradição mais popular do Halloween, de usar fantasias e pregar sustos, não tem qualquer relação com doces.
Ele veio após a transmissão pelo rádio de Guerra do Mundos, do escritor inglês H.G. Wells, gerou uma grande confusão quando foi ao ar, em 30 de outubro de 1938.
Ao concluí-la, o ator e diretor americano Orson Wells deixou de lado seu personagem para dizer aos ouvintes que tudo não passava de uma pegadinha de Halloween e comparou seu papel ao ato de se vestir com um lençol para imitar um fantasma e dar um susto nas pessoas.

Hoje, o Halloween é o maior feriado não cristão dos Estados Unidos. Em 2010, superou tanto o Dia dos Namorados e a Páscoa como a data em que mais se vende chocolates. Ao longo dos anos, foi "exportado" para outros países, entre eles o Brasil.
Por aqui, desde 2003, também se celebra neste mesma data o Dia do Saci, fruto de um projeto de lei que busca resgatar figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Dia das Bruxas.
Em sua "era moderna", o Halloween continuou a criar sua própria mitologia. Em 1964, uma dona de casa de Nova York chamada Helen Pfeil decidiu distribuir palha de aço, biscoito para cachorro e inseticida contra formigas para crianças que ela considerava velhas demais para brincar de "doces ou travessuras". Logo, espalharam-se lendas urbanas de maçãs recheadas com lâminas de barbear e doces embebidos em arsênico ou drogas alucinógenas.
Atualmente, o festival tem diferentes finalidades: celebra os mortos ou a época de colheita e marca o fim do verão e o início do outono no hemisfério norte. Ao mesmo tempo, vem ganhando novas formas e dado a oportunidade para que adultos brinquem com seus medos e fantasias de uma forma socialmente aceitável.
Ele permite subverter normais sociais como evitar contato com estranhos ou explorar o lado negro do comportamento humano. Une religião, natureza, morte e romance. Talvez seja este o motivo de sua grande popularidade.
FONTE BBC